terça-feira, 10 de agosto de 2010

RIP! a Remix Manifesto

Para aqueles que ainda não viram. Aqui está uma amostra do alcance que a questão da "propriedade intelectual" e do direito autoral ganham nos dias de hoje.`
O Dep. Federal Paulo Teixeira, candidato à reeleição nº 1398, está na linha de frente das discussões que estão dando origem a uma nova concepção de propriedade intelectual, abrindo espaço para que a rede mundial de computadores seja um grande arquivo, acessível a todos, com o maior acervo da cultura humana jamais visto.
Assista o manifesto da Remix Cult e veja como o Brasil vem se tornando o país de vanguarda na construção de um direito autoral democrático.
Sobre o filme:
RIP!: a Remix Manifesto (RIP!: um Manifesto do Remix) é um documentário dirigido pelo ciberativista Brett Gaylor, e tem como foco principal a discussão acerca dos direitos autorais, propriedade intelectual, compartilhamento de informacão e a cultura do remix nos dias de hoje.

O documentário conta com presenças ilustres como a do produtor Gregg Willis, conhecido no mundo da música como "Girl Talk", Lawrence Lessig, criador da Creative Commons, Gilberto Gil, então Ministro da Cultura no Brasil, o crítico cultural Cory Doctorow, dentre outros.
O filme foi lançado oficialmente em 2008, no Canadá, mas disponibilizou material online muito antes, através de um projeto criado por Brett Gaylor intitulado Open Source Cinema. O objetivo era que o filme fosse uma produção colaborativa, onde o público pudesse contribuir com material ou mesmo baixar, editar e remixar o filme de acordo com a sua vontade, seguindo a idéia da Cultura do Remix. O projeto foi um sucesso e ganhou muitos prêmios.


Bom Filme!


segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Governo de SP não tem projeto para a TV Cultura, afirma presidente do Sindicato dos Jornalistas


Com informações do Portal PT-SP
O Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo quer se reunir com profissionais da TV Cultura para discutir as ameaças feitas pelo presidente da Fundação Padre Anchieta, João Sayad. Para esta segunda-feira (09/08) estão previstas assembleias de radialistas e jornalistas na frente da sede da emissora na Água Branca. Na quinta-feira, de manhã, os sindicalistas têm audiência com Sayad.

O Sindicato lançou uma Carta Compromisso em defesa da TV Cultura para todos os candidatos ao governo de São Paulo e pretende fazer um ato aberto e público nos próximos dias.

A TV Cultura tem hoje um orçamento de cerca R$ 230 milhões. Desse total, R$ 50 milhões vêm da venda de espaço nos intervalos dos programas para anunciantes privados. Outros R$ 60 milhões são oriundos da prestação de serviços, como é chamada na emissora a produção de programas e vídeos para instituições como o Tribunal Superior Eleitoral, a Procuradoria da República, a TV Assembleia (do Estado de S.Paulo) e a TV Justiça.

A gestão de Sayad já iniciou o desmonte dessas duas fontes de recursos. Até o ano que vem, a TV Cultura não terá mais nenhuma publicidade comercial em seus intervalos nem produzirá mais programação para órgãos públicos. Dessa forma, reduzirá uma boa parte do seu número de funcionários.

Se o plano for executado, a TV Cultura sobreviverá apenas dos R$ 70milhões que o governo do Estado aporta diretamente todos os anos, além de outros R$ 50 milhões que ela que recebe pela produção de conteúdo para as secretarias estadual e municipal de Educação.

Remédio errado

Segundo o presidente do Sindicato dos Jornalistas, José Augusto de Oliveira Camargo, o Guto, tudo isto está acontecendo porque o Governo de São Paulo não tem projeto, nem sabe o que fazer com a TV Cultura. “A situação da emissora oscila conforme a vontade do governo, abandonada à própria sorte”, afirmou Guto.

Ele lembrou que a TV Cultura já passou por várias fases, disputando espaço com as grandes emissoras, devido à alta qualidade da programação infantil, mas já passou por investimento em programas mais populares para manter audiência. “Se algo está ruim na TV Cultura, como o Sayad disse, é por obra e graça deles mesmos, não pela idéia de TV pública ou pela competência dos trabalhadores da emissora”, declarou.

Para Guto, o remédio para eventuais dificuldades da emissora não é desmonta-la, mas apostar e construir seu caráter público e alternativo às grandes emissoras, em vez de disputar audiência com elas. “A solução é buscar excelência e um diferencial na programação, em vez de desistir dela”, propôs Guto.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

GNT/SENSUS - DILMA 10 PONTOS DE VANTAGEM E REJEIÇÃO DE SERRA SUBINDO

Segundo pesquisa CNT/Sensus divulgada hoje (5), Dilma está 10 pontos à frente do candidato tucano à Presidência da República, José Serra. A ex-ministra de Lula aparece com 41,6% das intenções de voto, contra 31,6% do ex-ministro de FHC. Marina Silva (PV) tem 8,5%. Brancos e nulos somam 3,4% e 10,9% não souberam ou não quiseram opinar.

Em um provável cenário de segundo turno entre Dilma e Serra, a petista segue à frente: tem 48,3% das intenções, contra 36,6% do tucano. Também segue em alta a rejeição a Serra, que agora é de 30,8%. A menor rejeição é a da própria Dilma: 25,3%.

A pesquisa, encomendada pela Conferência Nacional do Transporte ao Instituto Sensus, ouviu 2 mil pessoas entre os dias 31 de julho e 2 de agosto em todo o Brasil. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

PAULO TEIXEIRA LUTA PELA DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO À CULTURA

Paulo Teixeira, como Deputado Federal, tem sua atividade parlamentar na área da cultura voltada, principalmente, para as questões referentes à ampliação do acesso a bens de natureza cultural. 
A universalização do acesso aos bens culturais é uma utopia antiga, que os avanços registrados com as novas tecnologias de informação faz virar realidade. 
Mas não se iluda!!! Uma realização dessas não depende tão somente de avanços técnicos, mas depende também, de que estes avanços estejam livres para proporcionarem esta tão sonhada universalização, que já está em curso, mas que interesses poderosos querem, a todo custo, deter.
Estas forças poderosas representadas por grandes oligopólios de comunicação, organizados a partir dos anos 80 pela estratégia de globalização neo-liberal, querem impor à sociedade os mesmos conceitos que norteavam a propriedade dos bens culturais, nas épocas em que só eles detinham o poder de registro, reprodução e distribuição desses conteúdos.
Ou seja, querem impedir que utilizemos os recursos tecnológicos disponíveis para ampliarmos nosso acesso livre a todo e qualquer conteúdo de informação, principalmente aos chamados bens culturais, que na nomenclatura desses senhores assume o nome de "propriedade intelectual".
Para ilustrar melhor a atualidade dessa luta do Deputado Federal Paulo Teixeira vamos dividir a sua atuação em três grandes temas:

- Plano Nacional de Banda Larga: Garantir a infra-estrutura necessária para a disseminação da rede:
- O marco Civil da Internet: Para garantir e proteger os direitos de cada indivíduo na rede.
- A Modernização da Lei de Direitos Autorais - Para garantir o equilíbrio entre os direitos do autor e o acesso livre aos conteúdos.

Os três temas e seus desdobramentos estão entre os assuntos que debateremos nesse Blog.

Falando em direitos autorais e propriedade intelectual,  trazemos um filme-manifesto do ciberativista Brett Gaylor chamado Rip!: a Remix Manifesto, cujo foco principal é a discussão acerca dos direitos autorais, propriedade intelectual, compartilhamento de informacão e a cultura do remix nos dias de hoje. 
O documentário conta com presenças ilustres como a do produtor Gregg Willis, conhecido no mundo da música como "Girl Talk", Lawrence Lessig, criador da Creative Commons, Gilberto Gil, então Ministro da Cultura no Brasil, o crítico cultural Cory Doctorow, dentre outros. Não se assustem, Serra também faz uma pontinha por causa dos genéricos, porém não chega a estragar a festa.

O filme foi lançado oficialmente em 2008, no Canadá, mas disponibilizou material online muito antes, através de um projeto criado por Brett Gaylor intitulado Open Source Cinema. O objetivo era que o filme fosse uma produção colaborativa, onde o público pudesse contribuir com material ou mesmo baixar, editar e remixar o filme de acordo com a sua vontade, seguindo a idéia da Cultura do Remix. O projeto foi um sucesso e ganhou muitos prêmios.
O filme começa introduzindo a arte do remix, através do o trabalho de Girl Talk. Ele faz mashups, ou seja, recorta trechos de diversas músicas e os rearranja em uma disposição totalmente diferente, criando uma nova música.
Aos poucos, Brett Gaylor, que narra o filme em primeira pessoa, vai nos apresentando questões polemicas que giram em torno desse tipo de trabalho, como a guerra que vem sendo travada entre dois grandes exércitos: os "Copyright", que representam as corporações privadas que consideram que idéias são propriedade intelectual e devem ser protegidas e trancafiadas para lucro próprio; e os "Copyleft", que visam compartilhar conteúdo e defendem o domínio público como sendo um espaço para a livre troca de idéias e a garantia do futuro da arte e da cultura.
Diante dessa batalha, e estando no time dos Copyleft, Gaylor e outros defensores da causa criaram o seguinte manifesto:
1) A cultura sempre se constrói baseada no passado;
2) O passado sempre tenta controlar o futuro;
3) O futuro está se tornando menos livre;
4) Para construir sociedades livres é preciso limitar o controle sobre o passado.
Baseando-se nessas premissas, a história do filme se desenvolve, passando por várias 
entrevistas com representantes dos 2 lados da guerra. O documentário se auto-denomina uma
representação desse manifesto, convocando a participação das pessoas não só na guerra contra as grandes corporações defensoras dos copyrights quanto na produção de novos conteúdos baseada na remixagem, garantindo assim o futuro da cultura e da arte.
Divirtam-se e reflitam:




terça-feira, 3 de agosto de 2010


José Serra e os Tucanos "geniais" conseguiram:
USP cai mais de 60 posições em ranking mundial de universidades.


A Universidade de São Paulo (USP) é a 122º universida de mais qualificada do mundo, de acordo com o ranking das melhores instituições de ensino superior divulgado pela Webometrics Ranking Web of World Universities.
No início do ano, a instituição aparecia na 58ª colocação, perdendo 64 posições. A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) ficou como primeira universidade federal entre as instituições brasileiras, ocupando a 377ª posição geral. Veja aqui o ranking mundial.

As instituições americanas marcam posição no ranking até a 21ª colocação. As três primeiras colocadas são a Harvard University, o Massachusetts Institute of Technology e a Stanford University. A primeira universidade europeia no levantamento é Cambridge, localizada na Inglaterra.

Entre as 10 primeiras colocadas no ranking da América Latina, cinco são instituições do Brasil. A USP, primeira colocada na última divulgação, perdeu a posição para a Universidad Nacional Autónoma de México. Veja aqui o ranking América Latina.

Desde 2004, o ranking é divulgado duas vezes por ano – em janeiro e julho – cobrindo mais de 20 mil instituições de ensino superior em todo o mundo. O relatório leva em conta o desempenho global e a visibilidade das instituições na web, incluindo indicadores de pesquisa e qualidade de estudantes e professores.
O Webometrics Ranking Web of World Universities é promovido pelo Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC, na sigla em espanhol) da Espanha.





segunda-feira, 2 de agosto de 2010

TELMA DE SOUZA E PAULO TEIXEIRA: DEDICAÇÃO À CULTURA

Algumas razões que nos fazem defender Telma de Souza (dep. estadual - nº 13004) e Paulo Teixeira (dep. federal - nº 1398) como os votos da cultura nas próximas eleições de 03 de outubro. 

Se há uma característica comum, que marca a atuação política dos candidatos a Deputado Federal Paulo Teixeira Nº 1398 e a Deputada Estadual Telma de Souza Nº 13004 é o trabalho voltado à área da Cultura. Recentemente, os dois estiveram reunidos no “1° Encontro de Discussões Culturais do PT da Região Metropolitana da Baixada Santista”, e deram importante contribuição ao programa do candidato Aloizio Mercadante (PT), ao Governo do Estado de São Paulo.


Telma de Souza, que é candidata a Deputada Estadual nº 13004 nas eleições de 03 de outubro próximo, quando Prefeita (1989 – 1992) foi responsável pelo renascimento cultural de Santos. Seu governo, antecipando a tendência atual, implantada no Governo Lula, tratou a Cultura como política de Estado e direito inalienável do ser humano.
Projeto Carlitos, Projeto Prata da Casa, Projeto Corais Populares, Projeto Arena do Rock, Projeto Verão, relançamento da Bienal Nacional de Artes Plásticas, que não era realizada a mais de 20 anos, restauração da Pinacoteca Benedito Calixto, reforma do Centro de Cultura PatrÍcia Galvão e término das obras paralisadas desde a inauguração do Teatro Brás Cubas, criação da Hemeroteca Municipal, da Gibiteca, do Posto 4 Cine Arte, do Teatro de Arena “Rosinha Mastrângelo”, só pra começar. Foi uma verdadeira festa da cultura. Tudo isso em apenas 04 anos, pois não havia reeleição!

Pinacoteca Benedito Calixto
Como vereadora, eleita em 2008 com a maior votação da história da cidade, Telma coloca o seu mandato a serviço das lutas do Movimento Cultural de Santos, dando total apoio às reivindicações pela publicação do edital do Fundo de Apoio à Cultura (Facult) e pela criação, por lei, de um calendário de eventos culturais que oficialize e obrigue o poder público a financiar e preservar nossos principais acontecimentos culturais, tais como Festival de Musica Nova, Festival Santista de Teatro Amador, Curta Santos, Fecete, etc. Foi numa audiência pública convocada pela vereadora que teve início a onda de protestos e ações reivindicatórias que visa forçar a Prefeitura a publicar, ainda esse ano, o tão esperado edital. Telma articula ainda a construção do Museu de Arte Moderna (MAM), nos fundos do terreno da própria Pinacoteca Benedito Calixto. E um dos maiores nomes da arquitetura moderna nacional, Paulo Mendes da Rocha, em julho, esteve em reunião com a vereadora e  se dispôs a projetar o MAM.





Já o Deputado Federal Paulo Teixeira, que pleiteia mais um mandato de Deputado Federal nº 1398, nas próximas eleições está à frente das grandes questões ligadas ao software livre e a liberdade de acesso e manipulação, sem fins lucrativos, de conteúdos culturais na Internet.
Lidera a luta por mudanças na Lei de Direitos Autorais e é autor de propostas, para a nova legislação, que visam permitir a livre utilização/cópia de obras protegidas com direito autoral, para uso privado, desde que tal uso não se dê com finalidade comercial.
Ele defende ainda que todos os valores arrecadados e repassados, com a utilização de qualquer bem cultural, sejam publicados em página eletrônica na internet, para fácil fiscalização pela sociedade.
Outra luta do parlamentar é pelo controle social das verbas recolhidas pelos grandes escritórios de arrecadação de direitos autorais, que manipulam imensas quantias sem a menor fiscalização do Estado ou da sociedade. Além disso, o autor ou compositor também não são informados devidamente, pelo contrário, o costume é não dar satisfação do que fazem com os recursos arrecadados. O maior exemplo disso é o ECAD, que funciona como um órgão privado, que só deve satisfação à sua assembléia de Associações, que mais parece uma “Távola Redonda” de iluminados que dividem o butim dos direitos autorais, enquanto os autores morrem à míngua.
Para uma fiscalização eficaz e social, Paulo Teixeira nº 1398 defende a criação de um Conselho Nacional do Direito Autoral eleito diretamente pelos autores, compositores e criadores das mais variadas artes com amplos poderes de fiscalização e ação fiscalizadora frente aos diversos escritórios e associações de arrecadação.
A universalização do acesso à internet e a transformação das Lan-houses em centros de inclusão de cultura digital, além do reconhecimento desses espaços como equipamentos educacionais, para fins de receberem o incentivo de linhas especiais de crédito e a facilitação de sua legalização, são outras bandeiras de Paulo Teixeira na érea da cultura que preparam o caminho do acesso cada vez maior a bens culturais pela maioria de nossa população.